Todas as publicações por Solufácil Engenharia e Construções

Quais os pisos mais indicados para sua casa?

A maior dúvida na hora de escolher os pisos para sua casa é saber a real diferença entre cada tipo de material e o custo benefício de cada um deles. Portanto é pra isso que vamos colocar agora essa matéria e tirar suas dúvidas!!!

1. Cerâmicas

 

0061 - Piso cerâmico colocado Data 15-01-2013

As cerâmicas é o tipo de piso mais conhecido e usado no Brasil. São encontradas de vários tamanhos (desde 20×30, 40×40, 60×60, 80×80, 100×100), texturas, qualidades e preços.

Podem ser utilizadas em áreas internas e externas. A escolha para o tipo de ambiente é feita de acordo com o seu PEI – Resistência à Abrasão.

 

2. Porcelanatos

 

porcelanato-polido-imagem-9

O Porcelanato é produzido em massa única já na sua coloração e com matérias-primas nobres.

Podem ser semi-polidos, polidos e peça rústica.

Também há os porcelanatos esmaltados e os porcelanatos digitais polidos com a mais alta qualidade e com várias texturas, principalmente imitando madeiras, mármores e granitos.

 

3. Laminado de madeira

 

carpete-de-madeira-1284737601561_560x400

Esse piso tem esse nome porque são constituídos de lâminas de madeira. É um tipo de piso flutuante porque não é colado no contrapiso. São assentados sobre manta, em sistema de encaixe tipo Click e presos pelos rodapés que são colados.

São sustentáveis por serem de madeira reflorestada.

A desvantagem deste piso é que ele não resiste à umidade, por isso se houver contato com água ele estufa e não tem volta. Você terá que trocar o piso.

4. Granito

manutencao-piso-granito

O granito é uma pedra muito indicada para pisos devido a sua beleza, resistência e durabilidade. São utilizados desde residências até em locais com grande movimentação de pessoas como shoppings, supermercados, aeroportos, etc.

Possuem várias tonalidades e quanto mais raro mais caro.

 

5. Mármore

projeto_4

O mármore também é uma rocha metamórfica, composta principalmente por minerais de calcita com coloração mais uniforme e formação de veios definidos.

É indicado para utilização em ambientes internos apenas, porém tem uma desvantagem em relação ao granito: A maioria deles mancham com o tempo, pois são mais porosos do que o granito. Muito cuidado ao escolher o mármore para o seu piso!

 

6. Silestone

pisos1a

Silestone é um material composto por grande quantidade de quartzo, outros minerais em menor escala, resina de poliéster e pigmentos. Com porosidade nula, possui várias texturas.

Normalmente é utilizado em bancadas de altíssimo padrão, por conta de seu custo elevado, mas nada impede de utilizá-lo no piso. Aí vai de seu bolso!

 

7. Piso Vinílico

Pisos-de-Vinilico

É um piso produzido com resina de PVC, com estampas que imitam madeiras e formatos de réguas com dimensões que variam de um fabricante para o outro, mas geralmente tem dimensões de 15cm X 90cm, 20cm X 120cm, em média.

Existem dois sistemas de instalação: Com cola ou até mesmo auto-colante (como na imagem) ou com o sistema Click macho-fêmea sobre manta. Existem diversas espessuras desse piso no mercado, desde 3cm até 7cm sendo que são indicados para baixo tráfego e alto tráfego respectivamente e seus custos também variam de acordo com cada utilização.

A vantagem gigantesca deste piso em relação ao piso laminado de madeira é que o PVC é lavável.

 

8. Cimento Queimado

cimento-queimado$$9673

Solução de baixo custo para pisos e quando bem feita confere ótimo acabamento. Indicado tanto para áreas internas quanto para áreas externas. Muito utilizado em bares, boates e galpões industriais.

 

9. Pedra Portuguesa

mosaico+portugues+santos+sp+brasil__2741A3_1

Muito utilizadas em calçadas a pedra portuguesa mais famosa do mundo é o calçadão de Copacabana no Rio de Janeiro. A execução do trabalho é bastante demorada porque cada pedra é assentada uma a uma.

 

10. Pedra São Tomé

piscina01

 

Com vários outros nomes pelo Brasil afora a Pedra São Tomé é o piso mais utilizado ao redor das piscinas. São vendidas em regulares 30x30cm e irregulares (retalhos).

 

11. Granitina

 

limpeza-e-polimento-do-piso-de-granitina_158466

A granitina é uma massa de cimento misturada com pequenas pedrinhas de granito aplicadas no piso. Após a cura do piso é polida com discos diamantados que conferem uma superfície lisa e brilhante. O piso em granitina é muito utilizado em áreas internas e externas de clubes, escolas, aeroportos.

 

Se ainda surgir alguma dúvida em relação aos pisos apresentados ou até mesmo pisos que ficaram fora de nossa lista, por favor entre em contato conosco pelo nosso site. Responderemos à todas as dúvidas necessárias!

 

Grande abraço à todos!

Equipe Solufácil.

Acessibilidade Corporativa é direito de todos!

Acessibilidade corporativa já é um direito de todos.

Em empresas brasileiras e áreas comuns de prédios residenciais a exigência da acessibilidade é real, mas a inclusão integrada a todos os transportes, calçadas e edificações ainda é falha.

 

acessibilidade-edificio$$8611

 

A principal diferença entre a acessibilidade em edifícios corporativos e os demais está relacionada à função. “Deve-se imaginar que qualquer pessoa, independentemente de ter alguma deficiência, possa desenvolver suas funções com equiparação de oportunidade. No Brasil, existem leis municipais, estaduais e, principalmente, o Decreto Federal, que prevêem o acesso ao edifício (circulação horizontal e vertical) por todos os ambientes. Ou seja, rampas e elevadores, bem como sanitários, largura de portas, percentual de estações de trabalho com mobiliário acessível, comunicação e sinalização para pessoas com deficiência visual e auditiva. Tudo deve seguir os parâmetros da norma técnica da ABNT NBR 9050/04 – Acessibilidade a edificações, ao mobiliário, a espaços e equipamentos urbanos. Esses itens devem estar presentes nos edifícios corporativos e nas áreas comuns dos prédios residenciais”, afirma a arquiteta Silvana Cambiaghi, autora do livro ‘Desenho Universal: Métodos e Técnicas para Arquitetos e Urbanistas’.

 

EXIGÊNCIAS

O projeto arquitetônico de um edifício corporativo, segundo Cambiaghi, deve seguir as especificações construtivas presentes na norma técnica NBR 9050/04. “Por exemplo, se houver desnível do logradouro público até a soleira de ingresso ao edifício e for feita uma rampa, a normativa definirá como serão as inclinações necessárias, os patamares, os corrimãos e pisos táteis desse item. Os balcões de recepção e atendimento devem ter, no mínimo, 0,90 m de extensão e uma altura de, no máximo, 0,90 m do piso. O piso tátil direcional deve seguir da calçada até o balcão, onde a pessoa com deficiência visual poderá obter informações necessárias. Nos sanitários, 5% deverão seguir o dimensionamento, localização das peças e design específicos, como bacia com 0,46 cm de altura do piso e metais sanitários do tipo alavanca ou sensor. Todas as portas deverão ser de 0,80 m, assim as pessoas poderão circular pelos ambientes tornando todos os locais acessíveis. As soleiras e eventuais desníveis não poderão ser superiores a 0,5 cm, lembrando que os desníveis de até 0,5 cm dispensam tratamento, mas entre 0,5 e 1,5 cm deverão ser chanfrados.

 

CUIDADOS

Os cuidados em relação ao desenho do empreendimento – interno e externo – e materiais usados começam desde a calçada. “Deve-se pensar em pisos contínuos, sem saliências e desníveis, e antiderrapante, preferencialmente de concreto, porém também pode ser de ladrilho hidráulico. O acesso ao interior do empreendimento deve ser feito por portas com 0,80 m de largura, no mínimo, com maçanetas tipo alavanca ou automatizadas, que facilitam a todos. O interfone deve manter a altura de 1,20 m do piso e, se possível, ter vídeo para auxiliar pessoas com deficiência auditiva”, diz a arquiteta.

Internamente os pisos também devem ser contínuos, sem desníveis e antiderrapantes, principalmente, nas áreas molhadas. “Nada de colocar granitos polidos e porcelanatos brilhantes em banheiros. O carpete, quando utilizado, também precisa ter uma trama que não atrapalhe a cadeira de rodas e não deve ser muito espesso. Cantos arredondados evitam acidentes para pessoas com deficiência visual. Já o contraste de cores ajuda quem tem baixa visão. Portanto, é importante prever portas e batentes com cores diferentes do restante das paredes. Prefira sinalizações em relevo e braille, com o nome de todas as portas dos ambientes e dos sanitários, além de pisos táteis de alerta no início e término de escadas e rampas. Esses são alguns dos itens presentes em uma rota acessível”, comenta a autora.

 

ELEVADORES

De acordo com Cambiaghi, as leis foram se atualizando com os anos. Na cidade de São Paulo, desde a publicação do atual Código de Obras e Edificações, em 1992, deve-se prever que todos os andares de edifícios tenham elevadores. E em 2004, o Decreto Federal 5.296 exigiu que todos os pavimentos de prédios corporativos do Brasil fossem atendidos por elevadores. “Para que os elevadores também sejam acessíveis, é fundamental que cumpram a norma técnica do Mercosul, a NM 313/07. Ela determina o tamanho da cabine, mínima de 1,10 x 1,40 m, altura de botoeiras, braille e sinais sonoros. Na compra do equipamento, é preciso confirmar sempre se ele atende as exigências do citado documento e, cabe ainda lembrar, a necessidade de colocar piso tátil de alerta na porta de todos os elevadores de edifícios corporativos.”

O tema acessibilidade e mobilidade urbana ainda é incipiente em nosso país. “Falta no Brasil a acessibilidade integrada a todos os transportes, calçadas e edificações. Porém, esse tema é crescente e está evoluindo. É o que comprovam as novas legislações. Hoje nos novos prédios corporativos é exigida acessibilidade integral. Afinal, todas as pessoas necessitam trabalhar, tendo ou não alguma deficiência. E há os idosos, com mobilidade reduzida; pessoas carregando pacotes – todos são beneficiados com a inclusão da acessibilidade, com a visão do desenho universal. Ou seja, é preciso projetar para todos, inclusive para deficientes”, esclarece a arquiteta.

 

Adeque a sua empresa também e mantenha-se à frente:

www.solufacil.com.br

(19) 3875-7755

 

 

COLABOROU PARA ESTA MATÉRIA

Silvana Cambiaghi – Arquiteta, mestre em desenho universal pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo (FAU-USP), desenvolve trabalho na Prefeitura de São Paulo sobre a questão da acessibilidade. É fundadora da Comissão Permanente de Acessibilidade de São Paulo (CPA), membro do grupo de trabalho da revisão da NBR nº 9050 e demais Normas Técnicas de acessibilidade da ABNT. Consultora do Instituto Paradigma, Mais Diferenças. Foi curadora da Sala Especial de Acessibilidade ao Meio Físico na 3ª Bienal Internacional de Arquitetura e jurada de concurso nacional de Habitação com Desenho Universal e concursos internacionais. É docente dos cursos de Mestrado em Design da Universidade Gama Filho, em Tecnologia Assistiva da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Ganhou o 22º Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira, em 2008, com a primeira edição do livro, “Desenho Universal: Métodos e Técnicas para Arquitetos e Urbanistas”.

A&CWeb

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pergolados para Jardim

Feitos com travessas ou pilares de madeira, cabos ou vigas de aço – eles devem dialogar com a arquitetura

 

24_01_14 Pergolados em madeira ficam lindos com trepadeiras de flores coloridas, como a Três Marias_ Crédito contruindo minha casa com pergolado-12

Eles podem compor qualquer jardim, integram-se à paisagem e dão sombra a quem quer se esconder do sol. Em geral mais rústicos, os pergolados são abertos lateralmente e seu teto vazado é preenchido aleatoriamente por plantas com suas cores, perfumes, flores e, muitas vezes, frutos. “Na maioria dos casos, uso a pérgola como um ‘terraço’, ambiente informal no jardim onde as plantas trepadeiras se encarregam de criar a sombra e a cobertura. As plantas frutíferas, que necessitam de apoio para crescer, como as parreiras e maracujá são, também, opção interessante”, diz o paisagista Leo Laniado, autor de jardins em todo o país e diretor da A Estufa.

As estruturas, segundo Laniado, podem ser as mais variadas, porém, sempre acompanhando a arquitetura local. “Podemos usar colunas de pedra com cobertura formada por travessas de madeira ou de cabos de aço; pilares de madeira roliços ou quadrados; vigas de aço; ferro batido e retorcido. A cobertura pode, ainda, ter uma estrutura curva. Enfim, fica por conta da imaginação de cada um”, ensina. A construção do piso, entendida como uma extensão do jardim, vai da terra batida aos pedriscos, ou até uma combinação de pedra com grama entremeada.

“Não há restrições para uma pérgola. Ela deve apenas dialogar com a arquitetura”, diz o paisagista. Nas construções urbanas, os pergolados são vistos em edifícios corporativos como áreas externas de convivência ou, mesmo, de fumantes. É menos frequente, porém, o seu uso com a função de galeria para a conexão de dois ou mais prédios, com algum mobiliário para o descanso de usuários e visitantes. “Projetos de empreendimentos corporativos não deixam muita margem para o paisagista fazer sua interferência. Até porque as áreas de paisagismo são definidas no escopo do projeto arquitetônico, delimitando as áreas de ajardinamento, como as coberturas de garagem. Na maioria dos casos, o paisagista tem que lutar para que deixem para ele mais do que um canteirinho”, ironiza Leo Laniado.

O profissional relata que os edifícios residenciais dedicam áreas maiores a esses projetos e garantem mais liberdade ao paisagista. Assim como nos resorts, nos condomínios residenciais verticais ou horizontais, os pergolados ganham destaque na área de piscinas, com a intenção de proteger os usuários do sol, sombreando assim como os ombrelones. É possível ter as duas soluções no mesmo jardim ou apenas uma. “Imagine um pergolado com 20m de comprimento na área verde, enquanto os ombrelones estão instalados próximos à piscina. É um cenário ideal”, sugere.

ALINHADO À ARQUITETURA

Reforçando que será preciso nortear o projeto de paisagismo pela concepção arquitetônica da edificação, Laniado exemplifica com os jardins da casa em que o arquiteto projetou um extenso terraço suportado por colunas. “No fundo do jardim, espelhei no pergolado a colunata da residência com as mesmas proporções, a mesma distância entre elas e o mesmo pé-direito, só que coberto com madeira quadriculada, à semelhança de laje tipo cubeta. E enfeitada como se fez com a casa, usando vasos e plantas próximos à coluna, com suas flores, cores e perfumes”, diz. Nesse e nos demais projetos, o paisagista procura criar o pergolado longe da edificação, que se traduz num convite para que as pessoas tenham outro ângulo de visão da casa.

 

COBERTURA

Não há receita para determinar a área mínima de um pergolado, mas o paisagista deve considerar a proporcionalidade em relação ao tamanho da área externa e da arquitetura. Há situações em que a pérgola, de menores dimensões, serve apenas como local sombreado, sem ambientação, apenas para visitação. A cobertura, no entanto, vem agregando novidades como o teto verde e o fechamento com vidro ou policarbonato.

“O teto verde em pergolado não é usual, mas é possível. Sua aplicação exige uma cobertura de laje para receber o teto verde com profundidade de 15 cm, no mínimo. A irrigação da vegetação é feita por capilaridade, ou seja, por pequenos tubos de água que sobe e irriga por aspersores. O escoamento, por sua vez, pode ser feito através de tubulação dentro das colunas de sustentação ou externas a ela”, explica Laniado.

 

VIDRO OU POLICARBONATO

Recentemente, surgiu a tendência de cobrir as pérgolas com vidro ou policarbonato, especialmente quando se pretende ambientar com mobiliário ou até mesmo redes. “Particularmente, não gosto dessa solução porque gera desconforto térmico. Nesse caso, utilizo os artifícios possíveis para deixar o ar quente sair, inclusive, sobrepondo os vidros de maneira que ocorra a dispersão do ar quente, ou ainda revestindo as peças com películas de isolamento térmico. Defendo que o pergolado não seja tão difícil. Deve ser mais despojado, que é sua origem”, afirma.

 

COLABOROU PARA ESTA MATÉRIA

Leo Laniado – Economista pela Universidade de Columbia (EUA), ingressou na área de paisagismo em 1978 ao se associar com a paisagista Marlene Laniado, na A Estufa, localizada no Brooklin (SP). O espaço fazia então, parte do movimento cultural e artístico chamado ‘O Galpão’ que, anos depois, se mudou para os Jardins. Em 1994, Leo Laniado fundou a Terracor com o químico Osiel Alves Pereira. Com a criação da Terracor, a A Estufa mudou-se para a Vila Madalena, e se tornou, além de um showroom, um espaço cultural, artístico e também de paisagismo. Leo Laniado participou de várias mostras de decoração como as da Artefacto e Casa Cor, e o Resort Txai leva sua assinatura no paisagismo e na arquitetura.

 

Redação AECweb / e-Construmarket

Cimento Queimado: Utilize-o como um aliado!

  A aplicação de juntas de dilatação, execução de camada drenante em brita e adição de impermeabilizante à argamassa de regularização são alguns dos procedimentos indicados.

pisos-de-cimento-queimado-5

O cimento queimado parece atravessar o tempo sem sair de moda. Não é à toa. O acabamento é prático, tem ótimo custo-benefício e prima pela versatilidade. A queima, como explica a engenheira Alessandra Lorenzetti, pesquisadora do Laboratório de Materiais de Construção Civil do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), consiste em jogar cimento em pó sobre o piso de argamassa ainda em estado fresco.

 

TÉCNICAS DE EXECUÇÃO

Para conferir proteção adicional à superfície do piso de cimento queimado é recomendada a aplicação de camada de resina acrílica à base de solvente e impermeabilizante para proteger o piso da ação da água

Embora pareça simples, todo o processo deve seguir um passo a passo cuidadoso. O acabamento cimentício pode ser aplicado tanto sobre bases recém-executadas quanto sobre contrapisos já existentes. Na primeira situação, a argamassa seca é polvilhada sobre a argamassa de regularização ainda fresca e, posteriormente, alisada com desempenadeira metálica lisa, preferencialmente nova. “As bases devem ter idade de até seis horas para o lançamento da mistura seca. Base e acabamento devem curar juntas”, orienta Paulo Michelazzo, professor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

A proporção indicada pelo profissional para o acabamento combina uma parte de cimento Portland branco estrutural, uma parte de pó de mármore ou pó de quartzo mais pigmento colorido em pó (pó Xadrez), adicionado até que se atinja o tom desejado. “A cor tende a ficar ligeiramente mais escura após a aplicação e secagem”, lembra.

Para bases já existentes, a primeira medida é a limpeza, livrando o contrapiso de gorduras, produtos químicos e pó. Em seguida, aponta o professor, a superfície deve receber uma nata de cimento Portland comum, adesivo PVA e água (traço 1:0,25:5 em volume). É fundamental, ressalta Paulo, que o contrapiso seja poroso e a aplicação do acabamento ocorra antes da secagem da nata. A massa do cimento queimado aqui é úmida: a mistura adicionada de água deve ter consistência de pasta homogênea, explica. Feito o lançamento, passa-se à regularização com desempenadeira.

Em ambas as situações, a recomendação é que a espessura do acabamento não ultrapasse 2 até 3 mm. Paulo acrescenta: “O processo de cura deve ser úmido, ou seja, deve-se prever um anteparo para a incidência dos raios solares e ventos durante as primeiras 72 horas após o lançamento”. E, por mais quatro dias, a superfície deve ser umedecida a cada 8 horas e ganhar cobertura de manta geotêxtil ou sacos de estopa. A utilização de plástico não é recomendada, diz o instrutor do Senai.

 

A Solufácil possui profissionais qualificados e especializados neste tipo de trabalho, consulte-nos: www.solufacil.com.br

PATOLOGIAS MAIS COMUNS X COMO EVITÁ-LAS

É fundamental que o contrapiso seja poroso e a aplicação do acabamento ocorra antes da secagem da nata. A massa do cimento queimado aqui é úmida: a mistura adicionada de água deve ter consistência de pasta homogênea. Feito o lançamento, passa-se à regularização com desempenadeira

“Como a utilização de cimento queimado resulta em um piso monolítico, formado por grandes panos sem rejuntes, deve-se tomar cuidado com a formação de fissuras. Também pode ocorrer variação na coloração do piso que, em excesso, confere o aspecto de superfície manchada em vez do aspecto natural rústico esperado para o material”, aponta a engenheira Alessandra Lorenzetti, do IPT.

TRINCAS – Para minimizar o aparecimento de fissuras, o recurso principal é a aplicação de juntas de dilatação, de maneira a formar panos de seção quadrada, com dimensões de 1,5 m a 2,0 m, orienta Alessandra. “Após a conclusão, as juntas são praticamente imperceptíveis, formando uma malha quadriculada de pequenas linhas discretas no piso.”

Segundo Paulo Michelazzo, as juntas, preferencialmente de material plástico, são inseridas na base, deixando-se de 2 a 3 mm acima desta. “Outra ‘junta’ indicada são os ladrilhos hidráulicos, que podem ser aplicados formando quadros ou molduras”, diz.

Atenção também deve ser dada às condições climáticas no dia da execução do acabamento. Umidade relativa do ar abaixo dos 40% e temperatura acima dos 25 graus Celsius aumentam a probabilidade de aparecimento de trincas superficiais, alerta o professor do Senai.

MANCHAS – “Em todo corpo que contém cimento, a tonalidade vai variar em função do tempo de secagem. Áreas que curam mais rápido tendem a ficar mais claras, enquanto aquelas que demoram mais para secar tendem a assumir tons mais escuros. Em superfícies muito grandes, não há como unificar o processo secagem, por isso surgem as diferenças de tonalidade”, detalha Paulo, explicando que o piso queimado branco é um dos únicos que apresenta maior regularidade de cor.

 

É importante diferenciar essa característica natural da solução de manchas (ou esbranquiçamento) causadas pela umidade avinda do solo. A prevenção desta patologia, diz Paulo, envolve a execução de camada drenante em brita e adição de impermeabilizante à argamassa de regularização, sempre que a base for lançada diretamente sobre o solo.

DESPRENDIMENTO DO ACABAMENTO – Pode ocorrer o destacamento da camada de acabamento da base em argamassa. Evita-se o problema, respeitando as regras de aplicação do cimento queimado sobre a base recém-executada e, no caso de bases existentes, com a aplicação da nata de cimento como ponte de aderência.

 

ACABAMENTO E MANUTENÇÃO

Para conferir proteção adicional à superfície do piso de cimento queimado, Alessandra, do IPT, recomenda a aplicação de camada de resina acrílica à base de solvente e impermeabilizante para proteger o piso da ação da água. Como medida de manutenção, o ideal é aplicar cera incolor, regularmente, indica Paulo.

A aplicação de juntas de dilatação, execução de camada drenante em brita e adição de impermeabilizante à argamassa de regularização são alguns dos procedimentos indicados.

 

Texto: Graziela Silva

Revista Digital AECweb

Pisos Intertravados ou Bloquetes

Pisos Intertravados ou Bloquetes, hoje nós vamos conhecer melhor que tipo de piso é este e quais as vantagens para se optar ou não por este aliado!

calcada_01 Caladas-Piso-Intertravado-Paver-Paviess-Ecologico-20130526210011


O piso intertravado é um tipo de pavimento fácil de assentar e confere as áreas externas das edificações modernidade e beleza aliada ao paisagismo.

Ele é indicado principalmente para:

  • Áreas de passeios;
  • Calçadas;
  • Alamedas com trânsito de pessoas e bicicletas;
  • Ruas;
  • Estacionamentos;
  • Pátios;
  • Acessos de veículos.

Assim como pode ser usado para quaisquer outras finalidades em que se encaixe esteticamente.


Vantagens na Utilização do Piso Intertravado


• Economia: Como as peças pré-moldadas podem ser reutilizadas, acabam sendo um tipo de revestimento de piso muito eficiente e econômico, principalmente quando instaladas em vias urbanas, já que redes de água, esgoto, gás e outros passam sob a superfície. Nas residências o piso intertravado tem a mesma eficiência.

• Ecoeficiência: As peças modulares de concreto do piso intertravado são fabricadas com matérias-primas recicláveis. Além disso, por terem coloração clara, refletem a luz melhor que outros pisos, acarretando em maior conforto térmico e economia de energia elétrica – segundo a ABCP (Associação Brasileira de Cimentos Portland), a reflexão pode ser até 30% mais alta se comparada a pisos flexíveis.

• Permeabilidade: Pisos intertravados de concreto podem ser permeáveis, variando de acordo com cada fornecedor e seu processo de fabricação. Na prática, isso significa que em dias de chuva parte da água pode ser absorvida pelo solo, ajudando na prevenção contra enchentes. Ou seja, mais um motivo para ele ser considerado uma solução ecologicamente correta.

 


 

Principais Modelos Encontrados no Mercado


 

Encontramos disponíveis no mercado diversos modelos e encaixes de bloquetes para variar na decoração da área em questão.

 

Untitled

bannerMontagem_zpsb2abd6f4

 

content_intertravado_bimbon14

Além dos diversos formatos, encaixes e cores de bloquetes, encontramos também os bloquetes vazados como encontramos nos exemplos abaixo:

161 bessa-07102011_04

 

Os bloquetes vazados, são assentados da mesma forma dos pisos intertravados falados anteriormente, porém com a diferença de serem preenchidos internamente com grama, pedras de jardim ou outros itens aliados à decoração da área, conforme demonstrado na imagem abaixo:

840


Instalação dos Pisos Intertravados


Macete 01: Antes de adquirir o intertravado do fornecedor, solicite o laudo de resistência.

Macete 02: Para que o piso intertravado tenha um bom desempenho, principalmente os pisos onde passam veículos, é necessário que a Base seja muito bem executada, evitando assim surpresas como recalques, abertura de espaços entre os blocos e outros desagrados.

Serviços Preliminares

Alguns serviços preliminares devem estar prontos antes de assentar o piso intertravado, são eles:

Subleito tratado;

Base tratada (geralmente em bica corrida);

Ensaios de compactação Proctor Normal dentro da especificação de projeto.

Como Assentar  Piso Intertravado

Vejam o passo a passo de como assentar o piso:

1. Colchão de areia

O pavimento intertravado é assentado sobre um colchão de areia. Este colchão deve ter altura entre 4,0cm e 8,0cm. Quanto melhor estiver a base, mais fino ficará o colchão de areia. Esse colchão pode ser de areia de dreno para assentamento de pavimento (mais barata), ou areia comum, ou pó de pedra (mais cara). O colchão de areia deve ser mestrado com a utilização de tubos de ferro 3/4” ou barras de ferro de seção quadrada. Feitas as mestras sarrafeie a areia com a régua de alumínio ou rodo de alumínio.

2. Definição do alinhamento

O alinhamento do pavimento geralmente é paralelo ao meio fio da rua a ser calcaça, ou na longitudinal da rua, para que as peças de intertravado fiquem perpendiculares (90°) com o meio-fio, travando todo o pavimento. Puxe uma linha bem esticada para definir o alinhamento.

3. Assentar bloquetes da mestra

Ao longo do alinhamento definido no passo anterior assente os blocos intertravados definindo assim a mestra. Feito isso você já pode retirar a linha.

 

4. Assentamento dos bloquetes

Comece assentando os bloquetes da mestra para o meio-fio, fazendo panos inteiros, deixando apenas o arremate junto ao meio-fio para fazer depois.

 

5. Salgar o Piso

Salgue todo o piso assentado espalhando areia sobre toda a sua superfície. Essa areia é a mesma utilizada para o colchão. Essa areia irá penetrar por todas as juntas que existem entre um bloquete e outro.

6. Compactar o piso

Todo o pano de intertravado assentado e salgado deve, no final do dia, ser compactado ou batido. Com uma placa vibratória CM-13 bata todo o piso para que ele termine de assentar sobre o colchão de areia e as juntas entre um bloquete e outro também se acertem.

7. Arremates de cantos

Após assentar um pano grande de intertravado é hora de fazer os arremates dos cantos. Risque os bloquetes para que eles se encaixem nos cantos. Em seguida corte-os com uma guilhotina ou uma serra Clipper de mão (portátil). São os arremates junto ao meio-fio que vão travar todo o piso.

Macete 05: Os pedacinhos pequenos não conseguem arrematar o piso com qualidade, assim, preencha os pequenos espaços com concreto ao invés de pedacinhos de bloquete intertravado. Não preencha com areia.

Macete 06: Evite transitar com carros e máquinas sobre o piso que não estiver travado.

8. Varrição e limpeza

Terminado o assentamento faça a varrição do excesso de areia que ficou sobre o piso e recolha os pedaços de piso e paletes que ficaram no local.

 

Não é sensacional?

Piso Epóxi Autonivelante

Sem título piso_industrial1 

Piso Epóxi Autonivelante  /  Piso Autonivelante Poliuretano  /  Pisos de Resina Epóxi  /  Revestimento Monolítico

O piso tem a beleza do granito ou do mármore, a leveza das cores claras e, não tem emendas ou fissuras. Além disso é muito resistente e de fácil manutenção.

Trata-se do Piso Epóxi, conhecido também como piso de porcelanato líquido é um piso revestido com uma tintura à base de um plástico termofixo que endurece quando misturado com outros agentes químicos, chamado de resina epóxi.

Esse tipo de revestimento tem grande durabilidade e apresenta um acabamento perfeito (liso, sem rugosidade e com alto brilho).

Pode ser aplicado sobre superfícies que não estejam completamente lisas, podendo ser usado sobre contra pisos, pisos frios ou de madeira.


Aplicação


 

Atualmente, a aplicação de resina pode ser realizada de diversas formas, onde é possível obter resultados distintos, classificados por: Piso Espatulado (Argamassado), Piso Multilayer, Piso Autonivelante e Pintura.

Esse tipo de piso já é conhecido a mais tempo de ambientes empresariais como indústrias, hospitais, cozinhas, laboratórios, dentre outros, que por não apresentar vincos ou juntas é um piso que não oferece acúmulo de bactérias ou fungos.

É importante entender que existe o revestimento Epóxi e a tinta Epóxi. O revestimento tem espessura e resistência maior do que a tinta e é chamado de Piso Epóxi, o qual é um líquido exclusivo aplicado diretamente sobre o contrapiso ou piso já existente formando uma superfície uniforme sem rugas ou fugas.

aplicação 2 aplicação

 

Pontos positivos:

  • - Revestimento monolítico, sem juntas de dilatação ou rejunte;- Boa resistência química e mecânica;- Facilidade de limpeza;

    – Alta aderência ao substrato. Diversas intensidades de cores e brilhos inclusive versão transparente;

    – Facilidade e rapidez na aplicação;

    – Rápida liberação para uso e tráfego do local após término da obra;

    – Impermeabilização total da superfície.

    – Impede a contaminação do piso com graxas, diversos produtos químicos abrasivos;

    – Impede a infiltração de óleos de equipamentos e veículos na superfície do piso;

    – Facilita a higienização do piso;

    – Acabamento estético de alto padrão;

    – Ambiente limpo, sem acúmulo de bactérias ou fungos.

 

Indicação:

Pisos de Concretos novos ou desgastados;

Indicado para estabelecimentos comerciais, corporativos, Cozinhas Industriais, Usinas, indústrias em geral (Metalúrgica, Hospitalar, Automobilística, Eletro-Eletrônica, etc), Clínicas, consultórios e laboratórios farmacêuticos, Clubes, Quadras esportivas, centros de eventos, salões de festas e até mesmo áreas residenciais.

 

Cuidados:

Na limpeza diária, utilize preferencialmente detergentes neutros, que removem as impregnações superficiais.

Quando utilizado em indústrias, caso haja alguma contaminação por derivados de petróleo, recomenda-se a utilização de uma pequena quantidade de querosene no local atingido e logo em seguida o uso de detergente neutro.

Evite arrastar materiais pesados sobre o piso, pois podem causar trincas.

 

 

Dicas:

Recomenda-se que a primeira limpeza seja feita em 24h após a instalação.

Faça avaliações periódicas, relacionadas ao desempenho das juntas (quando for o caso de aplicação em espaços maiores). Caso as mesmas apresentem deteriorações, solicite imediatamente sua troca.

Se houver buracos e trincas localizadas, deve-se delimitar o local, retirar o material deteriorado e encaminhar o problema a empresas especializadas.

Para revestimentos que sofreram desgaste temporal, indica-se uma nova pintura na área, a fim de revigorar a estética do local e aumentar sua durabilidade.

 

 

Reformando um Hall de Entrada

feng shui6     Está na hora de trazer harmonia para dentro de casa?                  

Então, veja algumas dicas de Feng Shui, uma técnica milenar chinesa que promete harmonizar seus ambientes, trazendo alegria e bem estar para todos que ali convivem.

O Feng Shui ajuda o “Chi” – que é a uma energia positiva proveniente do centro da Terra – a circular livremente pelos ambientes.

( Feng Shui 風水 ou 風水 (Pinyin: fēngshuǐ) é um termo de origem chinesa, cuja tradução literal é vento e água. Sua pronúncia correta em mandarim é “fon xuei”. fonte: Wkipedia )

 


O Hall de Entrada 


O hall de entrada é o limite entre o exterior e o interior tão sagrado de nossas casas.

Por isso vale a pena fazer a reforma do Hall de entrada, especialmente, para a proteção de todos os moradores. E é desse ambiente que vamos falar.

Anote então, o que vai precisar para transformar seu hall numa área super especial:

  • Uma boa iluminação;
  • Um aparador;
  • Um aquário com pedras (de sua preferência, podem ser variadas);
  • Um espelho;
  • Um vaso de lírio da paz;
  • Um difusor aromático.

 


A Iluminação


 

hall2

Caso o seu hall de entrada seja pouco iluminado e com poucos pontos de iluminação, uma boa ideia é colocar um abajur.

A iluminação indireta que ele proporciona é muito aconchegante.

Pode ser uma abajur de pé ou de mesa. A única coisa que você vai precisar é de uma tomada.

Outra opção para aumentar os pontos de luz é fazer um forro de gesso baguetado. Por cima passa toda a fiação para colocar os embutidos orientáveis, que podem ser de lâmpada de LED, super econômicas e muito duráveis.

Neste caso tem a opção de direcionar a iluminação para destacar os objetos.

 


Aparador


Coloque o aparador na parede em frente à porta ou em uma das laterais, depende do espaço que você tiver.

Os aparadores de vidro dão mais leveza ao ambiente. Sobre ele coloque objetos de decoração que se afinem entre si.

O importante no Feng Shui é o visual final ser agradável aos olhos. Todas as vezes que você passar pelo ambiente vai sentir prazer em ver o resultado.

 


Aquário com Pedras


100_0791_00_resized

Compre em lojinhas de R$1,99 um aquário de vidro, coloque água, três punhados de sal grosso e pedras e cristais de sua preferência – podendo inclusive ser variados.

Esse objeto, além da função decorativa, ajuda a eliminar maus fluídos, permanecendo apenas a energia positiva.

Lembre de trocar a água a cada semana.

 


 

Espelho


884413101473838 Uma ótima ideia é colocar um espelho no hall.

Além de dar a sensação de amplitude ao ambiente, ele é um elemento refletor – por isso muito positivo.

O espelho pode ser colocado na parede de frente a porta de entrada, desde que do lado de fora você tenha uma paisagem que valha a pena ser refletida, caso contrário não.

Coloque-o sobre o aparador.

Outra idéia é colar o espelho na parede inteira ou em parte dela.

O espelho no hall de entrada expulsa, ou seja, reflete para fora as energias indesejadas, essa é a função do espelho.

 


Lírio da Paz


 

images

O lírio da paz é uma planta muito fácil de ser cultivada, gosta de ficar dentro de casa e floresce o ano todo. Mesmo quando não está florido sua folhagem é linda, enche os olhos e o coração.

Uma ótima ideia é fazer, embaixo do aparador, um jardim seco. Como? Muito simples: pegue algumas pedras – pode ser a “São Tomé” (aquelas de piscina) – no formato retangular ou um pedaço de mármore ou granito e coloque em linha reta com se fosse uma soleira.

Não precisa ser assentado com argamassa, simplesmente, colocado.

O importante é fazer o espaço de dentro ganhar profundidade. Aí é só comprar vasos pequenos da planta e posicioná-los na extensão que você tiver cobrindo toda a área com seixos brancos, ou pedriscos, o resultado é um lindo jardim!

Ela ajuda na circulação do “Chi”, a energia positiva, filtrando o “Sha”, a energia negativa.

 


Difusor Aromático


E, finalmente, para completar as boas energias do seu hall de entrada, coloque sobre o aparador um difusor aromático, o local vai ficar exalando aquele perfume de sua preferência.

Vai ficar ou não um lugar super convidativo?